Boa noite queridos leitores!
Bya Campista, Flavia Pires, Talita Talma e Bianca
Barbosa
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Barbosa
Boa noite queridos amigos.
20/10/2009 23:46
Realizada a 1ª cirurgia robótica no Hospital Albert Einstein para tratamento de endometriose intestinal.
SÃO PAULO
[ ABN
NEWS ] -
A Dra. Rosa Neme realizou a 1ª cirurgia robótica no Hospital Albert
Einstein para tratamento de endometriose intestinal. O procedimento
também contou com a participação do Dr. Vladimir Schraibman,
gastrocirurgião e único orientador em Cirurgias Robóticas da área
de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo desse hospital
(Proctor
Intuitive Robotic System).
Procedimento cirúrgico permite mais precisão e menos dor no
pós-operatório e é indicado, principalmente, em casos de
endometriose de alta complexidade e câncer ginecológico e, até
mesmo, retirada do útero
A cirurgia robótica chegou ao Brasil e,
atualmente, os procedimentos com essa tecnologia avançam em
diferentes áreas da medicina, nos centros hospitalares de
excelência em território nacional. O uso do sistema cirúrgico com
robô é considerado um procedimento minimamente invasivo e dos mais
modernos no cenário mundial. A primeira cirurgia no Hospital Albert
Einstein para o tratamento da endometriose no Brasil contou com a
participação de uma ginecologista, Dra Rosa Maria Neme, e de um
especialista no aparelho digestivo, Dr. Vladimir Schraibman, devido
à complexidade do quadro clínico.
"A endometriose envolveu o intestino e a região atrás do útero
(chamada retrocervical) e apresentava aderências do intestino neste
nódulo. Foram desfeitas as aderências e a retirada do nódulo, que
se encontrava atrás do útero e da parede do intestino. Tudo foi
feito com muita precisão, pela equipe envolvida que contou com a
presença do Dr. Vladimir Schraibman, gastrocirurgião especialista
em cirurgia robótica", relata a Dra. Rosa Maria Neme (CRM
SP-87844), graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas
da Santa Casa de São Paulo, com residência médica e doutorado em
Medicina na área de Ginecologia pela Universidade de São Paulo e
Diretora do Centro de Endometriose São Paulo, primeira clínica no
Brasil especializada no tratamento da doença.
"Este procedimento é uma importante evolução no tratamento da
endometriose, permitindo à paciente maior precisão, mais segurança,
menor sangramento, menor tempo de internação e menos dor
pós-operatória. Nossa equipe e o Hospital Albert Einstein são
novamente pioneiros no desenvolvimento e implantação desta
tecnologia para atender as mulheres portadoras dessa doença",
avalia Dr. Vladimir Schraibman (CRM-SP 97304), especialista em
cirurgia geral, gastrocirurgia e único orientador de Cirurgias
Robóticas da área de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo do
Hospital Israelita Albert Einstein (Proctor Intuitive Robotic
System).
A cirurgia robótica é um procedimento minimamente invasivo e
oferece detalhamento dos tecidos e melhor resultado cirúrgico,
tanto para o médico como para o paciente. Na entrevista abaixo, a
Dra. Rosa Neme e o Dr. Vladimir Schraibman dão mais detalhes sobre
a realização dessa cirurgia. Confira:
1-A
cirurgia robótica já está presente em vários procedimentos
cirúrgicos. Na ginecologia, como é a aplicação deste sistema? Em
quais procedimentos cirúrgicos de ginecologia, a cirurgia robótica
é indicada?
Dra. Rosa: A cirurgia robótica já é um
procedimento adotado em várias cirurgias na área de urologia e
cirurgia geral. O uso em ginecologia será de grande valia,
principalmente, em procedimentos de maior complexidade, por
exemplo, no tratamento da endometriose profunda (intestinal),
retirada do útero e cirurgias ginecológicas oncológicas.
2-Nos
casos de endometriose, em quais situações o uso da cirurgia
robótica é indicada? Por que?
Dra. Rosa: Podemos indicar em todos os casos,
mas as situações que mais se beneficiam, são as de alta
complexidade, como nos casos de endometriose intestinal ou onde
exista grande quantidade de aderências, porque o robô permite uma
visão melhor da pelve, com imagens em 3D, com melhor detalhamento
dos tecidos e, com isso, melhor resultado cirúrgico.
3-Como
ocorreu a primeira cirurgia robótica de endometriose, realizada em
07/10, no Hospital Israelita Albert Einstein? Pode descrever como
era o quadro clinico da paciente e qual foi o resultado
pós-operatório?
Dra. Rosa: A cirurgia correu muito bem. A
paciente apresentava um quadro de endometriose envolvendo o
intestino e a região atrás do útero - chamada de retrocervical- e
apresentava aderências do intestino neste nódulo. Foram desfeitas
as aderências, com muito mais precisão cirúrgica e a retirada do
nódulo, que estava atrás do útero e da parede do intestino,
praticamente sem nenhum sangramento.
4-
Como a paciente reagiu quando foi apresentado o tipo de cirurgia a
qual se submeteria? Quais as vantagens no pós-operatório dessa
paciente?
Dra. Rosa: A paciente reagiu bem após a
explicação do procedimento e das vantagens que envolviam sua
realização. O pós-operatório tende a ser bastante tranqüilo, já que
a manipulação cirúrgica é bem mais delicada e há menos sangramento
no intra-operatório.
5-Quanto
tempo durou a cirurgia? Quantas pessoas estavam envolvidas? É o
mesmo número de profissionais numa intervenção tradicional para
este caso?
Dra. Rosa: A cirurgia durou cerca de 2 horas.
Estiveram presentes quatro profissionais: eu, como a ginecologista
responsável, um cirurgião geral (dr Vladimir Schraibman), um
anestesista e a instrumentadora. É o mesmo tamanho de equipe
presente em uma cirurgia convencional e o tempo cirúrgico é
bastante semelhante a uma cirurgia laparoscópica
convencional.
6-
Quais os avanços no tratamento de endometriose com a cirurgia
robótica?
Dra. Rosa: Os avanços compreendem maior
precisão do processo, maior detalhamento pela imagem tridimensional
e melhor recuperação da paciente, entre outras vantagens.
7-
Qual a importância da participação de uma equipe médica que inclui
dois especialistas de áreas diferentes?
Dr. Vladimir: Proporciona maior segurança e
precisão ao procedimento, porque em muitas mulheres a endometriose
acomete o sistema reprodutor feminino e o intestino grosso, que
correspondem a especialidades diferentes.
8-
Durante o procedimento, os dois médicos têm, simultaneamente, a
mesma visão da região que está sendo operada?
Dr. Vladimir: Sim, o cirurgião principal
enxerga em três dimensões por meio do robô e o outro cirurgião
possui uma tela de 42 polegadas por onde acompanha a cirurgia e
utiliza instrumentos para auxiliar no procedimento,
simultaneamente.
Bya Campista, Flavia Pires, Talita Talma e Bianca
Barbosa
Hoje, 18 de outubro, é um dia muito especial. É o Dia do Médico. Aos médicos, tão especiais em nossas vidas e, muitas vezes, temos essas mesmas vidas em suas mãos e salvas por elas... A todos vocês que "juraram, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panacea, e tomaram por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumpriram, [e cumprem] segundo seu poder e sua razão, a promessa de estimar, tanto quanto a seus pais, aqueles que lhes ensinaram esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com eles partilhar seus bens; ter nossos filhos por seus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, seus filhos, os de seu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.
A vocês que aplicam os regimes para o bem do doente segundo o seu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A vocês que, ninguém dão por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não dão a nenhuma mulher uma substância abortiva.
A vocês que conservam imaculada sua vida e sua arte.
Não praticam a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixam essa operação aos práticos que disso cuidam.
Em toda a casa, entram para o bem dos doentes, mantendo-se longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.
Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, vocês vêem ou ouvem, não divulgam, e conservam inteiramente secreto.
A vocês médicos que cumprem este juramento com fidelidade, que lhe sejam dados gozar felizmente da vida e de sua profissão, honrados para sempre entre os homens; àqueles que dele se afastar ou infringir, o contrário aconteça."
Parabéns e obrigada a todos os médicos - os seus, de outros e, principalmente, aos nossos médicos!
Felicidades e muita saúde a quem devemos toda a
nossa! 
Texto adaptado por EndoAmigas/RJ do "Juramento de Hipócrates". FONTE: Gineco.com - http://www.gineco.com.br/jura.htm
Boa noite queridos amigos.
Como portadoras de endometriose sabemos, melhor do que ninguém, como é complicado e, muitas vezes, difícil encontrar tratamento adequado para esta doença, ainda tão enigmática.
Sendo assim, resolvemos dar umas dicas de onde se pode ter acesso ao tratamento de sucesso para a endometriose. São alguns centros de referência da rede pública em três estados brasileiros: RJ, SP e CE. Estas informações foram retiradas do site "Portal da Endometriose" - http://www.portaldaendometriose.com.br
Confiram:
CENTROS DE REFERÊNCIA NO TRATAMENTO DA ENDOMETRIOSE:
NO RIO DE JANEIRO
EM SÃO PAULO
NO CEARÁ
Bya Campista, Flavia Pires, Talita Talma e Bianca
Barbosa
Boa noite amigos leitores!
Ficamos sabendo hoje (infelizmente, só hoje) que o 4º Prêmio Saúde da Revista Abril tem como finalista o estudo da médica Giovana Gonçalves, sobreendometriose! Vejam matéria.
Sábado, 03 de outubro de
2009, 16h02
Por: Érica Bernardes
Um grupo de médicos, que tem entre os seus integrantes uma
catanduvense, está na etapa final do 4º Prêmio Saúde da Revista
Abril.
A médica Giovana Aparecida Gonçalves explica que o trabalho
apresentado pelo grupo está entre os três finalistas na categoria
Mulher.
A notícia foi informada ao grupo pelos organizadores do prêmio na
última sexta-feira, dia 2.
Giovana faz parte do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista
de Medicina – Universidade Federal de São Paulo
(Unifesp).
Segundo ela, o trabalho é experimental, mas se o grupo conquistar o
prêmio – que não tem pagamento em dinheiro, apenas troféu
– pode adquirir visibilidade para futuramente conseguir apoio
financeiro para viabilizar o estudo.
Para isso, a catanduvense pede que a população ajude os integrantes
a conquistar essa meta. “Precisamos que as
pessoas entrem no site do prêmio e
votem”, diz.
Leva o prêmio o grupo que receber mais votos através da página
oficial http://www.premiosaude.com.br
Para indicar o trabalho que tem a participação da catanduvense para
vencedor, é preciso procurar no site a
categoria Mulher e votar
em “Estudo do Efeito de
Transdução Gênica Com Adenovírus Recombinantes (P27) em Amostras de
Pacientes Com e Sem
Endometriose”.
A entrega do prêmio deve acontecer no Memorial da América Latina,
no dia 24 de novembro.
O PRÊMIO
O 4º Prêmio Saúde reúne
trabalhos do Brasil inteiro, divididos em 14 categorias.
O trabalho desenvolvido por Giovana é um estudo do efeito de
transdução gênica com adenovírus recombinantes (P27) em amostras de
pacientes com e sem endometriose.
Como o próprio nome diz, o trabalho é realizado com amostras de
biópsias de mulheres com ou sem
endometriose.
“Dessas biópsias, são
retiradas células que são mantidas em cultura e tratadas através de
terapia gênica”, explica a médica.
Através do estudo, o grupo pode observar que as células de mulheres
com endometriose, tratadas com terapia gênica, mostraram redução do
processo.
A catanduvense é a última autora do estudo. Embora a produção
específica do trabalho seja recente, cerca de seis meses, Giovana
estuda a terapia gênica há mais de seis anos.
O grupo que está entre os finalistas do prêmio é formado por
integrantes do Laboratório de Ginecologia Molecular da
Unifesp.
O trabalho tem colaboração da Doutora Mayana Vatz, do Centro de
Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (USP) e do
Doutor José Eduardo Krieger, do Instituto do Coração
(InCor-SP).
SAÚDE
PÚBLICA
O trabalho do grupo tem como objetivo fazer
do Adenovírus um medicamento ou uma
terapia para tratar pacientes com Endometriose, que acomete muitas
mulheres.“É uma doença de
saúde pública, acomete muitas
mulheres”, explica a médica. Segundo
Giovana, a doença costuma aparecer quando a mulher chega na idade
reprodutiva.“O ideal é que a
menstruação saia pelo útero, mas algumas células escapam das
trompas e vão para o peritônio ou para qualquer outro órgão,
formando uma espécie de tumor
benigno”, comenta a
profissional.
O principal sintoma da doença é dor no período da
menstruação.
“Muitas acabam
inférteis, já que mesmo com a cirurgia para tirar essa
‘máscara’, ela acaba
voltando”,
diz.
Infelizmente, as votações
já estão encerradas, mas vamos torcer para a médica levar o troféu
e iniciar seus estudos desta pesquisa!
Maravilha!
"Um Beija Flor não consegue, sozinho, apagar um incêndio em uma floresta. Porém, se todos forem juntos, tudo fica diferente..."
FONTE: Site do Jornal O Regional - http://www.oregional.com.br/site/noticia/12042
BjÔ
